Quanto custa encordoar uma raquete de tênis em 2026: preço completo

Mão de obra, corda, calibre e motoboy: entenda quanto custa encordoar uma raquete de tênis em 2026 e o que realmente muda o preço final em cada loja parceira.

Quem começa a jogar tênis logo esbarra na pergunta: quanto custa encordoar a raquete? A resposta curta é "depende", mas dá para chegar perto de um número real olhando as duas partes que compõem o preço: a mão de obra do encordoador e a corda que vai entrar na raquete.

Mão de obra: R$ 30 a R$ 60

A mão de obra é o valor cobrado pelo trabalho de tensionar a corda na máquina, independente da corda usada. Na maioria das cidades brasileiras esse valor fica entre R$ 30 e R$ 60. O que faz a diferença dentro dessa faixa é a estrutura da loja: quem tem máquina eletrônica calibrada, encordoador experiente e atende com prazo curto costuma cobrar mais perto do topo da faixa. Lojas menores, clubes e academias que fazem por volume tendem a ficar mais próximas do piso.

Vale notar que mão de obra não é o mesmo serviço em toda raquete. Modelos com muitos furos, cordas mais grossas ou padrões de encordoamento incomuns (como raquetes com "spin pattern" bem aberto) podem levar mais tempo e algumas lojas cobram um pouco a mais por isso.

Corda: de R$ 40 a R$ 250

Aqui a variação é bem maior, porque o preço da corda depende do material:

construção mais elaborada que busca imitar o conforto da tripa natural.

usada por quem joga com mais frequência, por durar mais em relação à tensão.

híbrida para reduzir custo (veja mais em encordoamento híbrido).

Se quiser entender as diferenças entre esses materiais com mais detalhe, vale ler sobre os tipos de corda de tênis.

O que mais muda o preço final

Além da mão de obra e da corda, alguns fatores mexem no valor total do encordoamento:

paga só a mão de obra. Isso costuma ser mais barato quando você compra corda em rolo (bobina), que sai mais em conta por metro do que em sets avulsos — mas exige comprar mais corda de uma vez.

grossas (1.30–1.35) dentro da mesma linha, porque priorizam sensação e giro em troca de menor durabilidade.

relação ao prazo padrão de 24 a 48 horas.

pode custar um pouco mais de mão de obra em algumas lojas, já que envolve mais etapas.

corda) são cobrados à parte na maioria dos lugares.

E o motoboy?

Se a loja mais próxima fica longe de casa ou do trabalho, buscar e devolver a raquete por conta própria consome tempo. A alternativa é pagar um motoboy para fazer a ida e volta — um custo adicional que varia com a distância, mas que costuma compensar quando o tempo economizado vale mais que a diferença de preço. No app da Stringa esse valor aparece já calculado antes de fechar o pedido, então dá para comparar "levar na loja" com "motoboy" e escolher com o preço todo na mão.

Juntando as contas

Um encordoamento simples, com corda de nylon e retirada na própria loja, pode sair por R$ 70 a R$ 100. Já um pedido com poliéster de marca boa, corda própria descartada e motoboy de ida e volta facilmente passa de R$ 150. Não existe um preço único "certo": o que vale é comparar mão de obra e corda separadamente entre lojas, e decidir se a comodidade do motoboy compensa para você.

Para comparar preços de lojas parceiras perto de você e já ver o valor final antes de pagar, dá para abrir o app da Stringa e simular um pedido em poucos minutos.

Perguntas frequentes

É mais barato levar minha própria corda?

Na maioria dos casos sim, principalmente se você compra a corda em bobina (rolo), que tem custo por metro mais baixo do que sets avulsos vendidos na loja; a desvantagem é que você paga um valor mais alto de uma vez e precisa guardar o restante da bobina em local seco.

O preço muda de cidade para cidade?

Sim. A mão de obra reflete o custo de vida e a concorrência local, então praças como São Paulo e Rio de Janeiro tendem a ficar na parte de cima da faixa de R$ 30 a R$ 60, enquanto cidades menores costumam praticar valores mais próximos do piso.

Vale a pena pagar mais caro em uma corda?

Depende do seu perfil de jogo. Cordas mais caras costumam entregar mais conforto (tripa natural, multifilamento) ou mais durabilidade em relação à tensão perdida (poliéster), mas um jogador recreativo que troca raramente pode não sentir diferença suficiente para justificar o custo extra.

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